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Memo 156/gppe/2007

A UTILIZAÇÃO DA LASERTERAPIA DE BAIXA POTÊNCIA NO
TRATAMENTO DA FIBROMIALGIA: UMA REVISÃO DE LITERATURA
Luanna Rayanne Borges NUNES (1); Maria da Conceição Barros OLIVEIRA (2); Kaline
Feitosa Alves TEIXEIRA (3); Danylo Rafhael Costa SILVA (4); Jussara de Brito SANTIAGO
(5); Janaína de Moraes SILVA (6)
(1) Faculdade aliança, Quadra 13 Bloco 10 Ap 202/Morada Nova, (86)99003946,, e-mail: luannanunes@hotmail.com (2) Faculdade aliança, e-mail: mariah.da.conceicao@hotmail.com (3) Faculdade aliança, e-mail: kaline-feitosa@hotmai.com (5) Faculdade aliança, e-mail: jussarasantiagoo@gmail.com (6) Faculdade aliança, e-mail: fisiojanaina@gmail.com A terapia com laser de baixa potência (TLBP) apresenta grande campo de atuação como recurso terapêutico, sendo eficaz na redução de dor e edema, além de terapia capaz de gerar modulação do metabolismo celular em presença de lesão tecidual. Sendo assim, propõe-se o seu uso para o tratamento da fibromialgia, que é uma síndrome de caráter crônico e não articular, com característica típica de dor difusa pelo corpo, presença de tender points específicos, fadiga muscular e queixas cognitivas. O objetivo deste trabalho foi realizar uma revisão de literatura que demonstrasse a efetividade da utilização da laserterapia de baixa potência no tratamento da fibromialgia. As buscas para localizar artigos relacionados foram realizadas nas bases de dados SCIELO, BIREME, PUBMED, MEDLINE e LILACS. As pesquisas foram restritas ao período de 2002 a 2012. Os estudos demonstraram que a TLBP é eficaz na redução da dor, do espasmo muscular, da rigidez matinal e dos tender points, sugerindo assim, que este método de terapia é uma forma segura e eficaz de tratamento da fibromialgia, apesar da necessidade de mais estudos controlados que evidencie sua utilização especificadamente no tratamento na síndrome da fibromialgia. Palavras-chave: Fisioterapia. Fibromialgia. Terapia com laser de baixa frequência.
INTRODUÇÃO
A fibromialgia é um padecimento reumalógico muito frequente e se manifesta cronicamente por dor e rigidez no seio de alguns músculos em diversas áreas do corpo. É mais comum em mulheres, iniciando-se preferencialmente entre a quarta e a quinta décadas de vida (AGNE, 2011). As causas da fibromialgia permanecem desconhecidas e os achados histológicos não são significativos com os métodos atuais, encontrando-se apenas os tender points. Estes são definidos como sendo uma irritação nervosa local, que levaria a uma contratura muscular acompanhada de dor e de caráter duradouro (COSTA et al., 2005). O objetivo deste trabalho foi realizar uma revisão de literatura que demonstrasse a efetividade da utilização da laserterapia de baixa potência no tratamento da fibromialgia. REVISÃO DA LITERATURA
Segundo Riberto et al. (2004) os sistemas músculo- esquelético, neuroendócrino e nervoso central destacam-se como os principais da patogênese da fibromialgia. Acredita-se que o distúrbio primário na fibromialgia é uma alteração em algum mecanismo central de controle da dor, o qual poderia resultar de uma disfunção de neurotransmissores, ou o aparecimento dos pontos dolorosos de forma geralmente espontânea (ALVES et al., 2012). O fibromiálgico apresenta ainda dores difusas associadas à fadiga, rigidez matinal e sono não repousante. O diagnóstico é baseado somente em critérios clínicos devido à inexistência de exames complementares que a identifiquem, como análises laboratoriais, exames imageológicos ou exames anatomopatológicos (JORGE et al., 2007). O laser terapêutico emite uma luz monocromática em um único comprimento de onda, coerente e unidirecional, que não gera calor, som ou vibração. É uma terapia não-invasiva, indolor e asséptica, sem efeitos colaterais, e que pode provocar reações fotoquímicas nas células, estimulando a produção de colágeno, alterando a síntese de DNA (AGNE, 2011; GONÇALVES, et al., 2009). O laser de baixa potência é amplamente utilizado em pacientes com desordens osteomioarticulares e os efeitos terapêuticos desse tipo de laser são a ação anti-inflamatória, a analgesia e a modulação da atividade celular (MARQUES et al., 2007). Para a fibromialgia (FM) o laser é recomendado, principalmente para o alívio da dor. Como a dor crônica está intimamente relacionada com os outros sintomas da FM, acredita-se que sua redução causaria um efeito cascata para a melhora dos demais sintomas. Contudo, o estudo acerca desta terapia, aplicada à fibromialgia, ainda é incipiente, justificando estudos visando o estabelecimento de parâmetros, indicações e limitações da terapia (PELEGRINI, 2012; SILVEIRA et al., 2011). MATERIAL E MÉTODOS
Para obtenção dos dados deste trabalho foi utilizada uma estratégia de investigação em revisões bibliográficas e pesquisa eletrônica, em artigos científicos. A pesquisa foi realizada em artigos publicados nos períodos entre 2002 e 2012 e disponibilizados em base de dados eletrônicos do campo da saúde: SCIELO, BIREME, PUBMED, MEDLINE e LILACS. Foram coletados artigos com publicações nos idiomas português, espanhol e inglês, utilizando as seguintes palavras-chave: Laserterapia, Laser de baixa potência, portadores de fibromialgia e seus correlatos. Referências em artigos de revisão relevantes também foram examinadas para estudos elegíveis. Outras referências e estudos relevantes identificados foram examinados para citações adicionais. Os artigos selecionados foram limitados a estudos que abordaram o tratamento de portadores de fibromialgia submetidos a protocolo de aplicação com laser de baixa potência. RESULTADOS E DISCUSSÃO
Foram selecionados oito artigos relacionados com a aplicação de laser de baixa intensidade no tratamento da fibromialgia publicados entre 2002 e 2012. O quadro 1 apresenta os trabalhos selecionados, sendo exibidos em ordem cronológica enfatizando o tipo de laser usado, o protocolo de tratamento administrado e os resultados obtidos para o tratamento da fibromialgia. Quadro 1- Estudos que analisam os diferentes protocolos de aplicações.
Tipo de Laser e Protocolo
Resultados Obtidos
de Aplicação
670nm 4 J/cm² três vezes fadiga, rigidez, ansiedade e GaAs; 904nm 2 J/cm² Melhora da dor, espasmos 11.2mW cinco vezes por musculares, rigidez matinal semana e nº de tender points. Exceto qualidade de sono e Melhora da dor, espasmos musculares, rigidez matinal 11.2mW por duas e nº de tender points. Melhora significativa do nº de tender points e rigidez sensibilidade dolorosa dos tender points. Diminuição da dor em 60% e redução do n° de regiões O laser de baixa potência, proposto nos estudos desta revisão, é amplamente utilizado em pacientes com desordens osteomioarticulares. Dentre os principais efeitos terapêuticos desse tipo de laser, encontram-se a ação anti-inflamatória, a analgesia e a modulação da atividade celular. Para a síndrome da fibromialgia (SFM), o laser é recomendado, principalmente, para o alívio da dor. Como a dor crônica está intimamente relacionada com os outros sintomas da SFM, acredita-se que sua redução causaria um efeito cascata para a melhora dos demais (BRESSAN et al., 2008; GARCIA, 2011). Conforme Casarotto et al. (2007) o estabelecimento da dose ideal deve levar em consideração a espessura da camada tecidual a ser atingida, o tamanho da área afetada, o tipo de laser, a potência usada e o tempo de aplicação. É importante notar que os estudos analisados de Gür et al. (2002); Armagan et al. (2006) e Gür et al. (2002) utilizaram a mesma dose do laser nos tender points para todos os sujeitos, mesmo reconhecendo que existem variações das camadas teciduais entre os indivíduos. Um fator importante para a efetividade do tratamento com o laser é o número de aplicações, sendo recomendadas, pela World Association for Laser Therapy (WALT), sessões diárias por duas semanas ou em dias intercalados por três a quatro semanas. Nos estudos de Gür et al. (2002) e Armagan et al. (2006) as aplicações foram diárias e houve melhora significativa em todos os sintomas investigados após o tratamento com o laser. Já no estudo de Matsutani et al. (2007) as sessões foram realizadas duas vezes por semana, sendo explanado pelos próprios autores que o intervalo entre as sessões pode ter limitado os resultados para analgesia. Rauro (2006) em sua pesquisa utilizou uma amostra de 20 pessoas com diagnóstico de fibromialgia, sendo desses 10 pacientes no grupo experimental e 10 no grupo controle. Ele utilizou um laser de arsenieto de gálio e alumínio com um comprimento de onda de 670 nm. A potência escolhida foi 20 mW, a densidade de energia foi 4 J/cm2. Os pacientes receberam 72 aplicações com duração total da irradiação de 504 segundos e a densidade de potência foi 0,57 W/cm2. Os atendimentos com terapia a laser foram realizados três vezes por semana durante 4 semanas, foi possível observar neste estudo que houve uma diminuição no número de tender point e uma melhora na qualidade de vida dos fibromiálgicos. Já no trabalho da Matsutani et al. (2003) foram utilizados 35 pessoas com diagnóstico de fibromialgia. Os pacientes foram divididos em três grupos: um com laser e alongamento, outro só com alongamento e um terceiro como grupo controle. Foi aplicado 3J/cm2 duas vezes por semana. Nos resultados demostraram que houve uma melhora significativa da dor pela escala visual analógica (EVA) nos dois grupos, porém houve piora significativa no limiar de dor nos tender points em ambos os grupos. No estudo realizado por Carvalho et al. (2009), foram utilizados 4 pacientes com diagnóstico de fibromialgia e que não utilizavam medicamentos fotossencibilizante. Os pacientes foram submetidos a duas aplicações de Led por semana durante 4 semanas. Nesse trabalho a aplicação de laser se mostrou eficaz pois a maioria dos pacientes apresentou uma melhora acima de 35%, chegando a 60 % na metade deles. Garcia et al. (2011) realizou um estudo com 31 pacientes do sexo feminino com uma média de idade de 50 anos, esses pacientes faram divididos em dois grupos um experimental e um placebo. O estudo teve duração de 8 semanas, e o laser também se mostrou eficaz no controle da fibromialgia. As modalidades eletrotermofototerapêuticas podem ser consideradas como recursos, dentre outros que, em conjunto, devem compor o tratamento de pacientes com SFM para se obterem resultados satisfatórios. Entretanto, as propostas de tratamento dos estudos em questão foram limitadas ao uso de uma técnica específica de laserterapia, com exceção da pesquisa de Matsutani et al. (2007), que associou o uso do laser com exercícios de flexibilidade. A falta de tratamento global compromete a abordagem abrangente que deve ser dada aos portadores da SFM para se obterem múltiplos benefícios no controle da sintomatologia. Por outro lado, a associação de recursos limita o esclarecimento do papel de cada modalidade terapêutica na SFM, sendo necessários desenhos experimentais ainda mais elaborados para observar os resultados de cada intervenção de forma isolada. Embora os resultados dos oito estudos analisados tenham sido positivos quanto aos efeitos da
laserterapia qualquer conclusão seria população alvo. Isso porque a quantidade de sujeitos expostos
à terapia foi pequena, foram utilizados diferentes tipos de laser e não houve seguimento a longo
prazo na maioria dos estudos. Em revisão sistemática sobre a laserterapia em desordens
musculoesqueléticas de Ricci,et al. (2010) com 33 ensaios clínicos, também não houve consenso.
CONCLUSÃO
Os estudos demonstraram que a TLBP é eficaz na redução da dor, do espasmo muscular, da rigidez matinal e dos tender points, sugerindo assim, que este método de terapia é uma forma segura e eficaz de tratamento da fibromialgia. Os efeitos adversos e doses do tratamento na SFM ainda são restritos. Entretanto, na prática clínica, essas modalidades são utilizadas pelos fisioterapeutas, mesmo sem evidências científicas que comprovem a efetividade nessa doença, e, portanto, existe a necessidade de mais estudos controlados que evidencie sua utilização especificadamente no tratamento na síndrome da fibromialgia. REFERÊNCIAS
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Source: http://encipro.ifpi.edu.br/arquivos/V%20Encipro/Artigos%20Apresentados/Sa%C3%BAde/199-1518-1-DR.pdf

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